Lançamento dos AirPods (novos fones de ouvido sem fio da Apple) poderá ficar para 2017; ou não

A expectativa da Apple era de lançar os AirPods (novos fones de ouvido sem fio apresentados junto dos iPhones 7/7 Plus) até o fim de outubro mas, recentemente, informamos que os planos da empresa não saíram como o previsto e que esse lançamento vai atrasar.

Como eu disse, atrasar um produto que foi apresentado há mais de um mês e que é aguardado por muitos usuários é algo bastante ruim. Todavia, seria muito pior colocar algo inacabado no mercado. Então, não deixa de ser uma atitude correta e corajosa essa de pisar no freio e só disponibilizar os AirPods quando tudo estiver 100%. O problema é: quando estará 100%? A Apple não comentou absolutamente nada — ela poderia, por exemplo, ter informado uma nova data/período de lançamento (por exemplo, fim de novembro). Mas não, não temos nenhuma pista.

https://www.youtube.com/watch?v=GVmLO9ZEALQ

Hoje, como quem não quer nada, o DigiTimes comentou a respeito das receitas da Inventec, que deverão aumentar bastante em 2017 por conta da fabricação dos AirPods. Mas é isso mesmo que você leu: em 2017, pois os novos secadores de cabelo miniatura fones chegariam ao mercado apenas em janeiro do ano que vem.

Caso o veículo esteja certo (vamos relembrar aqui que ele já errou muito no passado, mas tem lá o seu histórico de acertos…), estamos falando de três meses de atraso, o que certamente deixará insatisfeitos os usuários que não estão gostando nada da experiência de utilizar os EarPods com conector Lightning e estão esperando a solução totalmente sem fio da Apple.

Mas há uma luz no fim do túnel: segundo o AppleInsider, os fones ainda serão lançados em 2016. Ainda que a Apple não comente absolutamente nada a respeito disso oficialmente, fontes do site disseram que “de forma nenhuma o lançamento será empurrado para janeiro [de 2017]”. Corroborando isso, contatos do AppleInsider dentro de algumas lojas informaram que já existem unidades de demonstração disponíveis em diversas delas (num total de 10 analisadas pelo AI, 6 já tinham os AirPods). Ainda segundo pessoas ligadas às lojas, falta apenas o OK da Apple para que as demonstrações possam começar oficialmente (ou seja, não estaríamos tão distantes assim do lançamento).

Veremos…

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Comentários

58 comments

  1. Não entendo esse hate gratuito que as pessoas tem dos AirPods, eles são a evolução óbvia dos EarPods, não caem do ouvido, a bateria é relativamente boa, não caem da orelha (segundo os testes que já fizeram), o design é “futuristicamente” legal, conecta facilmente ao iPhone e aos outros iDevices pelo iCloud, não tem cabos, o som é bom etc. Na minha opinião, os AirPods são um produto ótimo (na teoria, vamos ver depois na prática) e não merecem esse hate todo que estão recebendo. Por favor, Hater, diga-me o que te incomoda sobre os AirPods…

  2. Ué, e o que dizer da SAMSUNG com seu Explosivo Note 7?
    Amadorismo é colocar no mercado um produto inacabado, intemperes podem ocorrer com qualquer fabricante, e estamos falando sobre “fones de ouvido”, e não sobre um smartphone… se detectaram algum problema antes de lançar, tem q pisar no freio mesmo.
    Sejamos menos radicais 🙂

  3. Vc está comparando um amadorismo com outro amadorismo. O que não é amadorismo e seria de se esperar de uma empresa do porte da Apple é prometer lançar um produto na data x e lançar esse produto na data x em perfeitas condições de uso. É isso que uma empresa com tanto dinheiro em caixa e tantos funcionários deveria fazer. Nada menos que isso. Abs.

  4. Fico surpreso em ver que tem gente realmente esperando por esses AirPods. Na boa, o que não falta são alternativas no mercado.

  5. Dizem que os Russos compraram os estoques que foram retirados do mercado do Note 7. Em caso de guerra eles saíram mais barato do que granadas.

  6. Eu também não entendo sobre vários produtos, ou assuntos do dia a dia essa mania de ser hater. Tem algumas coisas que realmente são ruins (tipo falta das conexões nos MacBooks), entretanto vejo a atitude corajosa, pois empresas grandes ditam o mercado e caso ela colocasse apenas um usb-c no macbook e não retirasse os antigos eles não iam “pegar”. É claro que isso em algum momento histórico é ruim, entretanto trará benefícios sem dúvida.

    Com relação aos fones acredito ser o mesmo.

  7. Mas essa questão do design é interessante. Hoje todo mundo usa – ou quer usar, tanto que o que mais existe são versões piratas, os EarPods. O que ela fez foi cortar os cabos. Só, pois o design continua o mesmo. Não entendo este borburinho todo por algo que todo mundo já coloca na orelha. É só uma versão melhorada, já que é, de fato, wireless.

  8. Não se pode cobrar muito de um fone que vem na caixinha do smart, mas quando se trata de um fone vendido à parte por US$ 159, aí já muda de figura. Inclusive a qualidade de som deveria ser superior mas pelos hands on mundo afora ela é a mesma dos EarPods.

  9. O preço é salgado comparado com nossa capacidade de pagamento ou com os concorrentes? Quase todos os concorrentes diretos são muito mais caros.

  10. Preferia eu besouro branco na orelha, né? Hahaha
    Não vejo uma forma melhor para os fones, que não seguir o design comum atual, mas sem os fios.

  11. Sei não hein, mas acho que o produto não está pronto. Também comentei que vi um delay no aumento de volume realizado por Craigh utilizando a Touch Bar durante a keynote e acho que também está faltando alguma melhoria de calibração, sincronização ou pareamento, não sei ao certo…

  12. Logo branco da Apple ao centro. Em letras reduzidas na parte inferior: “A duração da bateria dos AirPods depende da configuração, do uso do dispositivo e de vários outros fatores.”

  13. A qualidade desses fones é similar de um EarPod e nesse nível de qualidade 159 doletas é bem caro para o padrão americano.

  14. Caramba, impressão minha ou o termo “ou não” está sendo usado diariamente pelo MM. Ontem o Mac OS era o sistema operacional mais seguro do mundo, ou não. Hoje os Airport serão lançados em 2017, ou não. Parece notícias do Sensacionalista. O mundo vai acabar amanhã, ou não. O Steve Jobs vai ressuscitar amanhã, ou não…

  15. Antes das explosões, o Notes 7 foi considerado um produto “premium”. Porém muito rapidamente a empresa tomou providências e resolveu o problema, mesmo que em duas etapas. Porém, do jeito que a Apple está ultimamente, ainda acredito que a Samsung refaça o projeto do zero, produzindo desde o chip, até o design do Notes 8, coloque em produção em fábrica própria e disponibilize antes deste ultra super complexo fone de ouvido da Apple. Agora, se o Notes vai explodir novamente ou não, aí é outra história.

  16. Não dá pra discutir design – seja aqui, seja em qualquer outro site – pelo simples motivo que gosto é como opinião: cada um tem a sua.

  17. É inegável que o design de alguns devices são apreciados por um número maior de pessoas do que outros. Tome por exemplo o iPhone 4s ou o 5s. Pouquíssimas pessoas diriam que são aparelhos feios. Já esse fone acho que fica em 50/50 no melhor dos casos.

  18. Sério???? Obrigado pela dica, mas estou surpreso, todos são bizarros, acessei um site com 15 top. Quanta aberração.

    Vou procurar melhor, mas é inevitável, parece forçação, mas vou te dizer que esse da Apple é disparado o mais sensato. Vou esperar lançarem.

  19. Comprei o Gear Circle da Samsung por 230 reais estou satisfeito com ele por enquanto. A bateria dele tem duração de 9 horas de uso e o som é relativamente bom. Semelhante aos EarPods.

  20. Me parece que o fone bluetooth é o futuro sem dúvida, mas forçar a moçada a usar conectores nesse início e não vir junto com o iPhone 7 é muito mau, para não dizer típico da Apple. Aposto que o 8 virá com um na caixa (comemorando os 10 anos de iPhone).

  21. Ela não resolveu o problema, ela matou o produto. É o mesmo que matar o doente para curar a doença.
    E não foram rápidos. Demoraram para tomar uma atitude e, quando o fizeram, foi de forma atrapalhada, passando por cima de órgãos regulamentadores.
    Emitiram informações incompletas e contraditórias, gerando confusão em seus clientes e problemas para as empresas parceiras.
    E, ainda hoje, não determinaram a causa real do problema.

  22. A melhor coisa desses Airpods foi que as pessoas passaram a olhar mais para os fones bluetooth e descobriram que existem ótimas alternativas no mercado.

  23. Pior é lançar o smartphone sem saída P2 e não ter se certificado de planejar, desenvolver e produzir, com eficiência e correção, o dispositivo que se tornou a razão maior para a eliminação da saída P2.

    Ou não foram esses fones com chip proprietário, na apresentação do iPhone, o motivo determinante a justificar a remoção da saída P2?

    Honestamente, não há como explicar a situação. E isso pode ser dito principalmente do ponto de vista empresarial.

  24. Ela deveria não ter lançado o aparelho sem a saída P2 já que não tinha finalizado o dispositivo que, segundo ela, foi a razão óbvia para a remoção da longeva porta.

    E agora… o que ela diz da sua vida com menos fios? Menos fios? P…. nenhuma, hein…

  25. A mim não causa nenhuma raiva a ideia dos fones sem fio. Eu acho interessante, apesar do uso de tecnologias proprietárias (chip W1).

    O que se apresenta como uma demonstração de incompetência empresarial é lançar um aparelho sem a porta P2, divulgar aos quatro ventos que o futuro será sem fios, tornar isso o mote do lançamento do smart e causa óbvia para a remoção da longeva porta e, ao final, não ter o fone.

  26. Concordo plenamente. Mas quem é isheep (aproveitando que usam o termo hater com tanta frequência para designar quem não é obcecado pelos produtos da Apple) não consegue ter essa percepção.

    Pior do que prometer lançar um certo produto na data X e não fazer é lançar um outro, do qual o primeiro é acessório, divulgando que o mesmo não dispõe de uma porta de saída (P2) porque ela não se faz necessária ante ao lançamento dos fones especiais que encalharam em alguma fase do projeto.

    Amadorismo é eufemismo para descrever a atuação da empresa nesse ponto.

  27. As organizações hoje, incluindo a Apple, possuem como escopo principal o lucro em detrimento da excelência qualitativa, razão pela qual os Juizados Especiais estão trabalhando mais que nunca. O diferencial está no pós-vendas, OS que se adapta mais a um perfil que outro e agregação de utilidade do bem ou serviço. Citando apenas um exemplo, Mutatis mutantis, a Samsung não deveria ter lançado o Note 7 às pressas (antecedendo o lançamento da Apple, em conhecida ação estratégica mercadológica), dispondo aos quatro ventos que “contará com carregador mais potente para acelerar recarga da bateria” já que não tinha finalizado o supracitado projeto que, segundo ela, foi a razão óbvia diferenciativa para remoção desses mesmos cabos. Mais do que um mero vicio redibitório, as ações na Justiça Comum indenizatórias de um produto que expôs clientes ao risco, em clara incompetência gerencial da sul-coreana, são o reflexo do que afirmei acima. A situação é mais generalizada do que pontual, pois seria fácil contornar a situação se ocorresse apenas com uma organização.

    E agora… O que ela (Samsung) diz da sua vida com menos fios? Menos fios? P… nenhuma, hein…

  28. Concordo com a argumentação no que diz respeito às falhas apresentadas pela Samsung, o que denota, também, amadorismo da empresa. Até teria feito crítica similar à que declinei se o tema tratado pela postagem fosse os problemas enfrentados pela Samsung.

    Até compreendo o exemplo e, do mesmo modo, aquiesço às colocações. Mas, convenhamos, o cotejo posto parece querer trazer ao debate uma pueril justificativa para a incompetência às custas da ineficiência similar do concorrente.

    Com a devida vênia, o que se consignou não justifica ou abranda o erro de estratégia da Apple. Aliás, mais soa como típica argumentação de causídico que dolosamente tenciona tumultuar o pleito discorrendo sobre assuntos estranhos à lide, fato não raro no Brasil.

    Ademais, tomando por incentivo a mudança de assunto, eis o meu pitaco estranho à questão: sabe qual o problema de se adotar a postura de fã de algo ou alguém? A elaboração fantasiosa de uma realidade perfeita no que se refere a algo ou alguém.

  29. Parei de ler no “Mas, convenhamos, o cotejo posto parece querer trazer ao debate uma pueril justificativa para a incompetência às custas da ineficiência similar de seu concorrente”, sendo que o cerne da questão, como postei, foi “(…)a situação é mais generalizada que pontual”, o que derruba sua tese acima colacionada.Talvez tenha passado desapercebido as passagens imparciais, provavelmente devido à inclusão do “iOS” no nick, mas cito-as aqui na mesma linguagem apresentada do nobre causídico, que tenta persuadir mais os incautos com palavras rebuscadas do que com teses às quais defende, fato não raro no Brasil. “As organizações hoje, INCLUINDO A APPLE(…), ou mesmo “(…)O diferencial está no pós-vendas, OS que se adapta mais a um perfil que outro e agregação de utilidade do bem ou serviço”, denotando a clara e perceptível particularidade de não levantar bandeiras para defender produtos ou serviços.

    Ademais, já atingi a maturidade de não rotular terceiros devido à minha percepção delas, assim como discutir “qual celular ou OS é melhor”, ou “defender a empresa X argumentando sob os erros semelhantes da Y”. Friso, foi uma colocação holística do tema baseada em fatos comprovados (não de fantasias criadas pelos menos afortunados), além da mera questão de adaptação do usuário, indo de encontro a qualquer colocação técnica objetiva. Sabe qual o problema de enxergar situações apenas de acordo com nossos ideiais e percepções? É afastá-las da sua real essência. Abraço!

  30. Interessante notar o contraditório “parei de ler” mesmo que, no corpo do que você escreveu, haja referência ao final do que manifestei.

    Em primeiro lugar, reafirmo que a questão discutida nesta postagem se refere única e exclusivamente ao problema do deslize empresarial da Apple, o que, inegavelmente, torna absolutamente inócuo tratar dos problemas da Samsung. Qual o propósito de se levantar essa questão, ainda que, obviamente, esteja claro para todos que a Samsung também tem problemas de gerenciamento? Todos sabemos que as empresas, dirigidas por homens, ou seja, seres falíveis, erram. Detectado o problema, o mérito está em se reconhecer o erro; não em minimizá-lo através da divulgação do pecado de outrem.

    No que diz respeito à maturidade, causa estranheza que alguém que parece se intitular maduro tenha a ignóbil iniciativa de verter impropério tal qual a menção que parece questionar a sorte financeira de alguém. A psicologia explica esse tipo de postura mas opto por não discorrer sobre isso. Não sendo o caso, i.e., se indicar questionamento à capacidade de qualquer cidadão, o que não é menos reprovável, sinto-me confortável para gargalhar.

    No mais, não fosse a insistência em tratar de tema estranho ao que foi trazido pelo texto, não restaria qualquer causa que indicasse uma predileção que se oculta em palavras exatas do léxico. Aliás, do mesmo tipo que utilizei exatamente porque, creio, e a literatura nos ensina isso, “saber falar é falar como todo mundo” (Douglas Tufano). Eu não precisaria participar de uma discussão virtual usando recursos da língua que não fazem parte do “internetês” se não tivesse um interlocutor que opta por assim se manifestar, como se a opinião consignada tivesse mais força pelo uso de termos jurídicos (por que redibitório ao invés de oculto?) ou de termos menos informais da língua do que pelo conteúdo que expressa.

    Por fim, com a graça de Deus não sou causídico (nem rábula) e devo dizer que, com uma exatidão singular, o final de seu texto parece descrevê-lo muitíssimo bem.

    Abs. e que Deus o abençoe.

  31. Homi…. relaxe e tenha nervos… acredito que estamos falando em sintonias diferentes. Também contribuo para a melhoria do nosso país e sei bem o que você expressa.

    Mas, pow, falando em “internetês”, soou como se você quisesse privilegiar uma em detrimento da outra, quando na verdade a postagem se refere apenas a uma.

    Enfim, não somos abastados, afortunados ou ricos… somos apenas cidadãos.

  32. Huahua ah, não sei. Como disse, gosto cada um tem o seu. E, de repente, depois de usar o fone a experiência do usuário seja melhor. Tem que dar uma chance né? 🙂

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