Reparos das telas de iPhones feitos por terceiros não anulam mais a garantia dos aparelhos [atualizado]

Boa notícia para quem é capacitado o suficiente para realizar por conta própria a troca de tela do iPhone ou preferiu reparar a tela rachada/trincada em alguma assistência técnica não-autorizada.

iPhone 7 com o display aberto

Antes, se você quebrasse a tela e não fizesse o reparo em uma loja oficial da empresa ou em um Centro de Serviço Autorizado Apple, simplesmente perdia a garantia do smartphone. Agora, ao menos de acordo com o MacRumors, iPhones que passaram por qualquer reparo de tela feito por terceiros continuam qualificados para a cobertura da garantia de outras peças — obviamente, a Apple não mais oferecerá garantia para o display em si. A informação, segundo o site, foi divulgada em um memorando interno distribuído hoje.

Quando um usuário de iPhone que possui uma tela trocada por terceiros solicita uma reparo para algum problema que não seja relacionado ao display, empregados da Maçã ou dos Centros de Serviços Autorizados Apple agora inspecionam o dispositivo a fim de verificar se ocorreu alguma fraude ou manipulação. Caso tudo esteja dentro dos conformes, o dispositivo então poderá ser substituído ou ter a peça que está com problema trocada. Obviamente, o iPhone em questão precisa estar dentro da cobertura de um ano ou protegido pelo AppleCare+ (que estende a garantia por mais um, totalizando dois).

Se por algum acaso o iPhone estiver fora da garantia — ou estiver dentro e o reparo envolver o display trocado por um terceiro —, o cliente terá a opção de pagar a tarifa de reparo para serviços fora da garantia (conforme esta tabela). Se o reparo de alguma peça não for possível por conta da troca de tela feita por terceiros, o cliente terá que colocar uma tela oficial pagando o valor fora da garantia ou então substituir todo o dispositivo.

Justo, não acham?

Atualização 01/05/2018 às 00:04

O leitor Wilan Carlos da Silva nos alertou que, na verdade, essa política (de não anular mais a garantia dos aparelhos) só é válida em países onde as leis locais impõe tal regra (como os Estados Unidos e o Canadá). No Brasil, por exemplo, essa política ainda não existe — uma pena…

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