De surpresa, Apple libera iOS 10.3.1 para todos os usuários de iPads, iPhones e iPods touch [atualizado]

Na semana passada, a Apple liberou as primeiras versões beta do iOS 10.3.2, do macOS Sierra 10.12.5, do watchOS 3.2.2 e do tvOS 10.2.1. Os mais atentos repararam que ela havia pulado tanto o iOS 10.3.1 quanto o watchOS 3.2.1.

Pois bem, hoje, de surpresa, a empresa disponibilizou o iOS 10.3.1 (compilação 14E304) para todos os usuários de iPads, iPhones e iPods touch compatíveis.

iOS 10.3.1

Segundo a Apple, a atualização inclui correções de erros e melhora a segurança dos dispositivos — pela numeração, realmente não devemos esperar nada diferente disso.

Logo após a liberação do iOS 10.3, a Apple tirou do ar as atualizações OTA para os iPhones 5c/5 e para o iPad de quarta geração (aparelhos com processadores de 32 bits) devido a um problema técnico (palavras de Craig Federighi, chefão de software da empresa).

Um “cara aleatório” da Apple me respondeu sobre a atualização (OTA) do iOS 10.3 no iPhone 5c.

Com a liberação do iOS 10.3.1, esses aparelhos estão novamente listados.

Como atualizar

O iOS 10.3.1 pode ser baixado pelo próprio iPad, iPhone ou iPod touch compatível (basta ir em Ajustes » Geral » Atualização de Software). Caso prefira, você também pode baixar a atualização pelo iTunes (neste caso, conecte o dispositivo no seu Mac/PC, abra o iTunes e clique no botão “Buscar Atualização” — isso, é claro, se um alerta avisando sobre a nova versão não aparecer assim que você já espetar o iGadget no computador).

Há ainda a opção de baixar a compilação do iOS 10.3.1 diretamente dos servidores da Apple e fazer a instação de forma manual. Para isso, baixe a versão compatível com o seu dispositivo, conecte o aparelho ao Mac/PC, abra o iTunes, vá em “Resumo” e clique no botão “Buscar Atualização” enquanto segura a tecla (Option). Na janela que se abrirá, navegue até o arquivo que foi baixado e o selecione.

Atualização · 03/03/2017 às 15:19

De acordo com as notas de segurança da Apple, o iOS 10.3.1 corrige uma vulnerabilidade na qual um invasor, dentro do alcance de conexão sem fio do aparelho, poderia executar um código arbitrário no chip Wi-Fi — Gal Beniamini, do Google Project Zero, foi o responsável pela descoberta da falha.

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