Apple levará iniciativa “Todo Mundo Pode Programar” a mais 20 instituições superiores por todo o mundo

A tecla de que linguagens de programação são importante para o mundo já foi batida diversas vezes pela Apple. A intenção da empresa é conceder autonomia a todos que desejam criar um aplicativo a fim de colocar a sua ideia no mundo — e ela tem criado meios para isso.

Em mais um esforço para alavancar isso — e ensinar a linguagem Swift àqueles que desejam —, a Apple anunciou ontem que expandirá a sua iniciativa “Todo Mundo Pode Programar” (Everyone Can Code) a mais 20 faculdades e universidades fora dos Estados Unidos, a fim de tentar levar o que já é bem-sucedido em solo americano para outros países.

Nós lançamos a iniciativa “Todo Mundo Pode Programar” há menos de um ano com o objetivo ambicioso de oferecer instruções de programação para o maior número possível de pessoas. Nosso programa tem sido incrivelmente popular entre escolas e faculdades dos EUA e hoje marca um importante passo à frente à medida que expandimos internacionalmente. Estamos orgulhosos de trabalhar com a RMIT e muitas outras instituições em todo o mundo que compartilham nossa visão de capacitar estudantes com ferramentas que podem ajudá-los a mudar o mundo.

Tim Cook, CEO da Apple.

Todo Mundo Pode Programar - Everyone Can Code

A iniciativa levará às instituições o curso “App Development with Swift Curriculum”, que conta com engenheiros e educadores para ensinar programação e design de aplicativos a estudantes de todos os níveis até que eles alcancem a proficiência na linguagem Swift.

A RMIT, na Austrália, oferecerá cursos profissionalizantes tanto no campus quanto online; ela também planeja disponibilizar bolsas de estudo para professores de escolas que desejem aprender programação e oferecer um curso de verão gratuito no campus da RMIT City.

Algumas outras instituições que farão parte dessa expansão são a Mercantec (na Dinamarca), a Hogeschool van Arnhem e Nijmegen (ambas na Holanda), o Instituto de Tecnologia da Unitec (na Nova Zelândia) e a Universidade de Plymouth (no Reino Unido).

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