Ativações de iPhones nos EUA subiram 10 pontos percentuais no quarto trimestre de 2017, contrariando rumores de queda

“Os rumores sobre a minha morte têm sido grandemente exagerados”, disse Mark Twain — e também Steve Jobs, citando o lendário criador de Tom Sawyer, em 2008. Frase parecida pode ser dita agora sobre o iPhone: não, ninguém se atreveu a dizer que o smartphone da Apple estava perto da morte, mas havia, sim, uma impressão mais ou menos geral que a recepção aos novos modelos 8, 8 Plus e X tinha sido mais fria que o esperado e, talvez, a Apple pudesse perder terreno no altamente competitivo mercado de telefones inteligentes ao longo do próximo ano.

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Bom, se uma pesquisa da Consumer Intelligence Research Partners (CIRP) for de alguma valia, a Apple pode (ao menos por enquanto) respirar aliviada no seu mercado mais importante. De acordo com os dados da firma, as ativações de iPhones nos Estados Unidos subiram 10 pontos percentuais no último trimestre de 2017 — eram 29% ao final de setembro e 39% no fim do ano passado, o que é um salto bem animador.

Mais: fazendo uma comparação ano a ano, a fatia de ativações de iPhones no universo de todos os novos smartphones subiu 5 pontos percentuais: o número estava em 34% ao final de 2016.

Pesquisa da CIRP sobre ativações de smartphones nos EUA, quarto trimestre de 2017

No último trimestre do ano que acabou de acabar, a fatia de 39% conquistada pela Apple a colocou no primeiro lugar do mercado de smartphones, fazendo frente à Samsung (32%) e à LG (13%). Todas as outras marcas combinadas somaram os 15% restantes do universo, o que mostra o quão dicotômico está o mercado americano e o quão difícil está para uma marca que não seja a Maçã ou a Sammy conquistar algum espaço mais relevante por lá.

Como afirmou o Cult of Mac, o salto na ativação de iPhones não é exatamente uma surpresa — afinal, o último trimestre do ano é sempre o mais forte da Apple quando o assunto são seus telefones. Entretanto, nesse ano em particular foi interessante notar essa subida justamente por conta das dúvidas postas na capacidade dos novos modelos em atrair a atenção dos consumidores. Aparentemente, esta já é uma dúvida deveras superada.

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