Apple cai uma posição e agora está quarto lugar na lista da Fortune com as 500 maiores empresas dos EUA

Você sabe o que é a Fortune 500. Não? Eu explico: trata-se de uma classificação das 500 maiores corporações dos Estados Unidos e do mundo, levando em consideração a receita de cada uma delas. Como ela é compilada e publicada anualmente pela revista Fortune, daí o nome Fortune 500.

Nos últimos dois anos, a Apple ocupou o terceiro lugar na lista. Neste, porém, ainda que os números da empresa sejam estarrecedores, eles não foram suficientes para manter a Maçã no Top 3. Mas a queda não foi tão grande assim: em 2018 a firma de Cupertino caiu para o quarta posição, com uma receita de US$229 bilhões no ano. Ela ficou atrás do Walmart (#1, com US$500 bilhões), da Exxon Mobil (#2, com US$244 bi) e da Berkshire Hathaway (#3, com US$242 bi).

Eis o que eles falam da Maçã:

A Apple deu um pequeno passo para trás, de #3 para o #4, apesar de um ganho de 6% nas vendas anuais, mas liderou o caminho nos lucros com mais de US$48 bilhões em lucro líquido. Em suma, o rolo compressor da Apple continua em grande escala apesar da saturação geral dos smartphones, que compõem a grande maioria das vendas e lucros da empresa. Em um movimento incomum, a Apple lançou três novos telefones, o iPhone 8 e o 8 Plus, além do novo iPhone X, com tecnologia de reconhecimento facial. Serviços como Apple Pay e Apple Music continuaram a subir, também.

Desempenho da Apple na Fortune 500

Vale notar que o terceiro lugar (conquistado nos últimos dois anos) foi o melhor resultado da Apple na história da lista; o pior foi em 2002, quando ela amargou a 325ª posição.

Completam o Top 10 o UnitedHealth Group (#5, com US$201 bi), a McKesson (#6, com US$198 bi), a CVS Health (#7, com US$184 bi), a Amazon.com (#8, com US$177 bi), a AT&T (#9, com US$160 bi) e a General Motors (#10, com US$157 bi).

Segundo a publicação, as 500 empresas que fazem parte da 64ª edição da lista representam dois terços do PIB dos EUA, com US$12,8 trilhões em receitas, US$1 trilhão em lucros e US$21,6 trilhões em valor de mercado, empregando 28,2 milhões de pessoas em todo o mundo.

via 9to5Mac

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