Tim Cook cai ainda mais no ranking da Glassdoor de melhores CEOs

Como tradicionalmente faz, a Glassdoor divulgou o seu ranking de 2018 com os melhores CEOs segundo avaliações dos próprios empregados. E, de novo, assim como aconteceu em 2017, Tim Cook não foi lá muito bem.

No ano passado, o CEO da Apple caiu 45 posições, indo da 8ª para 53ª; em 2018, o executivo caiu mais 43 posições, ocupando agora uma incômoda 96ª. Se essa tendência continuar, em 2019 ele simplesmente não figurará mais na lista da Glassdoor.

Ainda assim, segundo a tendência de 2017, a queda na avaliação não foi tão ruim: Cook foi aprovado por 91% dos empregados participantes da pesquisa, 2 pontos percentuais a menos do que no ano passado, quando ele foi aprovado por 93% dos seus comandados. Para termos uma ideia, o índice médio de aprovação do CEO em todas as empresas analisadas pela Glassdoor é de 67%.

A melhor posição do atual CEO da Apple no ranking foi em 2016, quando ele ficou em 8º (com 96% de aprovação). Veja que, entre o abismo de posições entre 2016 (#8) e 2018 (#96), Cook perdeu “apenas” 5 pontos percentuais na sua avaliação (de 96% para 91%).

Abaixo, você confere as 10 primeiras posições do ranking:

  1. Eric S. Yuan | Zoom Video Communications | 99% de aprovação
  2. Michael F. Mahoney | Boston Scientific | 99% de aprovação
  3. Daniel Springer | DocuSign | 99% de aprovação
  4. Lynsi Snyder | In-N-Out Burger | 99% de aprovação
  5. James Downing | St. Jude Children’s Research Hospital | 98% de aprovação
  6. Corey Schiller & Asher Raphael | Power Home Remodeling | 98% de aprovação
  7. Charles C. Butt | H E B | 98% de aprovação
  8. Jeff Weiner | LinkedIn | 97% de aprovação
  9. Colleen Wegman | Wegmans Food Markets | 97% de aprovação
  10. Marc Benioff | Salesforce | 97% de aprovação

Outros nomes incluem Mark Zuckerberg (CEO do Facebook) na 16ª posição, Satya Nadella (CEO da Microsoft) na 20ª, Sundar Pichai (CEO do Google) na 45ª, Elon Musk (CEO da SpaceX) na 49ª e Dion Weisler (CEO da Hewlett-Packard) na 70ª.

Voltando à avaliação de Cook, foram três, as razões que fizeram a insatisfação dos funcionários da Apple aumentar: a cultura do sigilo, o estresse alto e a estrita cadeia de comando. O estranho, nesse caso, é que absolutamente nada disso tem ligação direta com a forma de trabalho de Cook — afinal, a cultura da Apple é assim desde sempre (era assim, por exemplo, em 2016, quando ele foi muito melhor avaliado do que agora).

Em contrapartida, funcionários da Apple citaram como pontos positivos as ótimas pessoas que trabalham na empresa, os bons benefícios e um ambiente divertido como os principais benefícios de se trabalhar na Maçã. Vale notar, porém, que o número de empregados da Apple que trabalham em lojas é muito maior do que os corporativos. Assim, a maioria dos comentários invariavelmente reflete a experiência de varejo da empresa.

via 9to5Mac

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