Testes de bateria põem iPhone XS Max como um dos campeões da nova geração

Ah, baterias. O gargalo do desenvolvimento de tecnologias móveis contemporâneas. O motivo das nossas angústias distantes de tomadas ou powerbanks. Os componentes mais voláteis dentro de um smartphone ou tablet — às vezes até demais.

A cada geração, as fabricantes prometem mundos e fundos na área, seja com células maiores ou com otimizações no processador e no sistema que, supostamente, farão nossos queridos smartphones sobreviverem por mais tempo longe da tomada. Mas quem está se dando melhor nessa história? Para responder essa pergunta, podemos recorrer aos vídeos com testes de bateria no YouTube — e hoje trazemos dois deles com bons exemplares da nova geração de aparelhos móveis, incluindo o iPhone XS Max.

PhoneBuff

O primeiro teste, do PhoneBuff, gerou uma polêmica por conta de um fator que pode ter sido determinante no seu resultado — mais sobre ela a seguir. Ainda assim, vale a pena comentá-lo pelo simples motivo de que ele é o primeiro do célebre canal a trazer uma nova metodologia aos seus testes de bateria: as operações não foram realizadas por mãos humanas, mas por um robô, o que garantiu o máximo de precisão no tempo e nas ações de cada tarefa.

O teste do canal colocou frente a frente somente o iPhone XS Max (3.174mAh) contra o Samsung Galaxy Note9 (4.000mAh) — ambos regulados para exibirem a mesmíssima luminância na tela, o som em nível semelhante nos alto-falantes e com todos os apps fechados previamente. O resultado? O aparelho sul-coreano ganhou de lavada e manteve 37% de capacidade quando o iPhone morreu — ele resistiu, ainda, por quase 3h adicionais no ciclo de testes. Os testes foram repetidos 2x, com resultados semelhantes.

Entretanto, é necessário citar a tal da polêmica que pode colocar os resultados sob suspeição: como o próprio apresentador afirmou no vídeo, o Galaxy Note9 fez os testes com a sua resolução padrão, de 2220×1080 pixels — a tela do dispositivo, na realidade, tem 2960×1440 pixels e a resolução máxima pode ser ativada nas configurações, sob a consequência de a bateria durar um pouco menos.

Nesse caso, fica a discussão: é válido fazer o teste com o aparelho na sua resolução padrão, que a maioria dos usuários nunca sequer mudará, ou seria mais honesto mudar o ajuste para a sua resolução máxima — que a Samsung, inclusive, gosta de propagandear no seu material de marketing? Ambos os lados têm argumentos válidos, mas, para cobrir todos os cenários, vamos ao teste seguinte…

Mrwhostheboss

O canal Mrwhostheboss reuniu os dois aparelhos previamente citados ao Google Pixel 3 XL (3.430mAh) e ao Sony Xperia XZ3 (3.300mAh) em um outro teste — esse, sem o auxílio de robôs, mas com o Galaxy Note9 operando na sua resolução máxima. De novo, a mesma metodologia: ativação e uso cronometrado de diferentes apps e jogos, com telas e alto-falantes no mesmo nível e sem aplicativos em plano de fundo.

Nesse teste, as coisas foram diferentes. O Sony foi o primeiro a morrer, depois de cerca de 4h horas; o aparelho do Google durou 5h20 e os dois arquirrivais da Apple e da Samsung permaneceram na batalha final, com uma vitória do iPhone XS Max por uma pequena margem — ele resistiu por 6h16 no teste, cerca de 12 minutos a mais que o Galaxy Note9.

De uma forma ou de outra, o importante é saber que os aparelhos da nova geração (especialmente as criações da Apple e da Samsung, que inevitavelmente são as mais populares) estão basicamente equiparados em termos de tecnologia de bateria e afins; então, seja para qual lado você vá, certamente não encontrará grandes fontes de insatisfação nessa área. Certo?

via 9to5Mac

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