Tim Cook e outros CEOs participarão de comitê sobre fake news

De acordo com um relatório publicado pela CBC News, executivos de algumas das maiores empresas de mídias digitais e sociais do mundo (incluindo o CEO1 da Apple, Tim Cook, e o do Facebook, Mark Zuckerberg) foram convidados a participar de um comitê internacional sobre a disseminação de notícias falsas que ocorrerá em Ottawa (Canadá) em maio próximo.

O evento é organizado por parlamentares e será recebido pela Câmara dos Comuns do Canadá pelo segundo ano consecutivo. Na ocasião, estarão reunidos parlamentares da Argentina, da Bélgica, do Brasil, do Canadá, da França, da Irlanda, da Letônia, do Reino Unido e de Singapura, que fazem parte do “Comitê Internacional de Desinformação e Notícias Falsas”.

Além de Cook e Zuckerberg, os convites também foram enviados para os executivos Sundar Pichai (CEO; Google), Jeff Bezos (CEO; Amazon), Jack Dorsey (CEO; Twitter), Sheryl Sandberg (COO2; Facebook), além de representantes do WhatsApp, do Snapchat, entre outros.

O primeiro encontro desse tipo foi realizado em novembro passado em Westminster (Inglaterra), ainda à luz da grande polêmica envolvendo o Facebook e o vazamento de dados de mais de 50 milhões de usuários da rede social (que ocorreu após o outro grande vazamento envolvendo a firma de consultoria Cambridge Analytica). Zuckerberg, no entanto, não compareceu ao encontro e enviou o vice-presidente de políticas da empresa, Richard Allan, para prestar contas aos parlamentares.

Desta vez, entretanto, o parlamentar canadense Bob Zimmer, presidente do Comitê de Ética da Câmara dos Comuns, afirmou que o comitê não aceitará a participação de suplentes. Zimmer destacou, ainda, que o encontro fornecerá uma oportunidade para os executivos explicarem o que estão fazendo para proteger a privacidade dos seus clientes e impedir a disseminação de notícias falsas.

Para a sociedade canadense, o evento deste ano tem uma importância ainda maior, já que o comitê se reunirá em meio a alertas dos órgãos de segurança cibernética do país sobre o risco de agentes externos tentarem manipular a opinião de usuários durante o ano eleitoral por lá.

via iPhone in Canada

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