Siri empata com Google Assistente em popularidade, aponta Microsoft

Em terra de iOS e Android, não é difícil imaginar que os assistentes digitais dessas plataformas sejam os mais populares do mundo; afinal, são bilhões de dispositivos alimentados pela Siri e pelo Google Assistente, respectivamente. A novidade, no entanto, é que nenhum é mais popular que o outro, segundo a pesquisa “Voice Report 2019”, divulgada pela Microsoft.

Nesse sentido, a assistente digital da Maçã empatou com a do Google em 36% de popularidade, dividindo o topo do ranking, que também é ocupado pela assistente digital da Amazon, a Alexa (25%) e da Microsoft, a Cortana (19%). Como dissemos, essa diferença é explicada, em parte, pelo fato de que a Siri e o Google Assistente estão mais alinhados com o mercado de smartphones e dispositivos móveis, enquanto a Alexa está mais voltada para a linha de alto-falantes inteligentes da Amazon.

A pesquisa, que abrangeu cerca de 7.000 usuários no Reino Unido, na Índia, na Austrália e no Canadá, também investigou a relação entre o mercado de alto-falantes inteligentes e dos recursos de inteligência artificial. De acordo com a Microsoft, o uso de assistentes digitais nos dispositivos de áudio “aumenta a cada ano e caminha em direção à amplificação das capacidades humanas”.

Quanto ao uso desses recursos digitais, 72% dos entrevistados pesquisam por voz a partir das assistentes disponíveis (Siri, Alexa, Google Assistente e Cortana); 35% utilizam os recursos de pesquisa dos alto-falantes inteligentes; 36% dos usuários pesquisam por meio de Smart TVs; e 31% as utilizam em veículos. Com relação aos comandos de voz, 52% dos usuários fazem uso dos recursos disponíveis para invocar as assistentes digitais (como o “E aí, Siri”).

Concomitantemente, a Microsoft observou que privacidade é a maior preocupação das pessoas que utilizam assistentes digitais. Mais precisamente, 52% dos entrevistados sentem que seus dados pessoais estão inseguros, enquanto 41% dos usuários estão preocupados com o fato de as empresas “espionarem” ativamente as ações realizadas. Desses, 36% afirmaram que não desejam compartilhar seus dados com as empresas e 31% das pessoas acreditam que suas informações não eram mantidas em sigilo.

O relatório completo da Microsoft pode ser visualizado aqui [PDF, em inglês].

via AppleInsider

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