Bill Gates equipara talento de Steve Jobs com “magia” O executivo da Microsoft conta a sua admiração pelo cofundador da Apple

Steve Jobs e Bill Gates

Os anos 2000 foram marcados, no mundo da tecnologia, pela rivalidade entre a Apple e a Microsoft (o que existe até hoje, porém menos intensamente). Muitos se lembrarão, inclusive, da rixa que era pregada entre o cofundador da Maçã, Steve Jobs, e o criador da gigante de Redmond, Bill Gates — o que não passava de bobeira, afinal o antigo diretor da Microsoft nunca deixou de admitir a sua admiração pela Apple.

Recentemente, Gates falou sobre Jobs (e a Apple) em uma entrevista para a CNN, na qual exaltou, mais uma vez, a capacidade do ex-CEO1 da Maçã de transformar uma empresa que estava caminhando “rumo à morte” em uma das companhias mais valiosas do mundo. Nesse aspecto, ele comparou o talento de Jobs a “feitiços”, como divulgado pela Bloomberg.

Era como se eu fosse um mago menor, que via ele [Steve Jobs] lançar feitiços os quais hipnotizavam as pessoas; mas, como sou um mago menor, os feitiços não funcionavam em mim.

Gates também discutiu o poder que Jobs tinha de entender, quase instintivamente, quando uma pessoa ou um produto eram bons o suficiente, para então investir neles.

Eu ainda não conheci ninguém que pudesse rivalizar com Jobs em termos de escolher talentos, hiper-motivar esse talento e ter um senso de design a ponto de dizer “isso [o produto] é bom. Isso não é”.

Para comprovar que a suposta competição entre ele e Jobs não passava de um falatório incentivado pelo mercado, Gates contou que conseguiu tirar “algumas coisas incrivelmente positivas” da competitividade entre a Apple e a Microsoft. Além disso, o executivo disse que é fácil para as pessoas “reproduzirem as partes ruins de Jobs” sem, de fato, terem o conhecido.

Mesmo após o falecimento de Jobs, em 2011, o magnata da Microsoft continuou exaltando algumas das contribuições da Apple para o mundo, a exemplo de quando a gigante de Cupertino introduziu o Apple Pay, em 2014, sobre o qual Gates disse que era uma “ideia fantástica”.

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