Chinês que vendia iPhones falsos nos EUA pega mais de 3 anos de prisão Esquema envolvia a distribuição de gadgets da Apple falsificados e teria movimentado mais de US$1,1 milhão

Vocês se lembram do chinês que declarou envolvimento em um esquema milionário de produtos falsificado da Apple nos Estados Unidos? Após o julgamento no início de 2018, Jianhua Li (ou “Jeff”, como é conhecido) aguardou pelo desfecho que saiu nesta semana: ele foi sentenciado a 3 anos de prisão (mais especificamente, 37 meses), seguido por 1 ano de condicional.

De acordo com os documentos do Departamento de Justiça dos EUA, Li trabalhou na empresa Dream Digitals com Andreina Becerra, Roberto Volpe, Rosario LaMarca e outros para contrabandear mais de 40.000 dispositivos eletrônicos e acessórios falsificados, os quais incluíam iPhones, iPads, além de etiquetas e embalagens com marcas falsas da Apple.

Ainda de acordo com o relatório, Li enviava os aparelhos separadamente das embalagens para evitar a detecção por funcionários da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA — os comparadores, por outro lado, vinham de diversas regiões do país. O lucro de mais de US$1,1 milhão com a venda desses produtos era transferido para contas de laranjas nos estados da Flórida e de Nova Jersey por meio de depósitos, sendo que outra parcela do dinheiro era enviada para contas de terceiros na Itália.

Além de Li, os outros integrantes também se declararam culpados por seus papéis no esquema; Becerra e Volpe foram sentenciados, em outubro de 2018, a 3 anos sob condicional e 22 meses de prisão, respectivamente; LaMarca, contudo, está cumprindo 37 meses na prisão após ter sido sentenciado em julho de 2017.

Para a descoberta do esquema foi necessária a colaboração entre diferentes jurisdições do Grupo de Investigações dos EUA, do promotor do setor de crimes financeiros de Bergen, da Europol e da Guarda de Finanças italiana, que conseguiram chegar com sucesso a todos os criminosos.

via CNET

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