Dummy do "iPhone 11"

O título do artigo pode parecer óbvio, mas não é. Eu explico: tradicionalmente, a Apple faz um evento especial em setembro no qual apresenta os novos iPhones; na sexta-feira seguinte ao evento, os aparelhos entram em pré-venda, chegando às lojas na sexta-feira da outra semana.

Contudo, nos últimos dois anos (desde que a empresa passou a lançar três modelos, diga-se), não foi assim. Apesar de terem sido anunciados juntos em 2017, os iPhones 8 e 8 Plus começaram a ser vendidos em setembro, enquanto que o iPhone X apenas em novembro. Já em 2018, os iPhones XS, XS Max e XR foram anunciados no mesmo evento especial; contudo, enquanto a dupla XS/XS Max começou a ser vendida em setembro, o XR chegou às lojas em outubro.

Neste ano, porém, segundo analistas da Wedbush, todos os três modelos chegarão ao mercado no mesmo dia!

O “aposta” faz sentido por alguns motivos: 1. as vendas de smartphones não são mais tão incríveis como já foram, então a empresa não precisa de um estoque inicial gigantesco; 2. os modelos desse ano, aparentemente, não terão novos recursos os quais dificultam tanto assim a produção (como foi no caso do iPhone X e a introdução do Face ID); 3. já não é mais novidade para a Apple produzir/distribuir três modelos de iPhones no mesmo ano; e a lista continua…

O analista Dan Ives, contudo, acredita que os “iPhones 11” (sucessor do XR) e “11 Pro” (sucessores do XS e XS Max) serão lançados na segunda semana de setembro, o que seria um pouco antes das datas projetadas — como falamos, os novos iPhones tem tudo para chegarem às lojas no dia 20 de setembro.

Numa nota relacionada, os analsitas da Wedbush também acreditam, como Ming-Chi Kuo, que a Apple absorverá (pelo menos no curto prazo) os novos impostos estipulados pelo governo do presidente Donald Trump a produtos importados da China.

Todavia, se a guerra comercial adentrar 2020, a Apple não conseguirá manter esse cenário e terá duas opções: repassar o custo para consumidores ou tirar parte da produção dos produtos da China. Caso os preços sofram algum tipo de reajuste, os analistas apostam que a Apple venderá 8 milhões a menos de iPhones nos Estados Unidos.

via 9to5Mac

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