Apple estaria planejando escritório gigantesco em Nova York Espaço pode equivaler à área construída de um shopping center de médio porte

A Apple pode ser uma das maiores empresas dos Estados Unidos (e do mundo), mas sua presença no centro financeiro e cultural do seu país é menor do que poderia se esperar.

Enquanto concorrentes como Amazon, Google e Microsoft têm presença marcante em Nova York, a Maçã limita-se a um pequeno complexo de escritórios na Quinta Avenida, uma mansão em Tribeca alugada para eventos com a imprensa e, claro, as lojas da empresa espalhadas pela cidade. Mas isso pode estar para mudar.

Como informou o The Real Deal, a Apple está procurando um espaço para montar seus novos escritórios na Big Apple. A ideia é conseguir uma área em algum local nobre da cidade, e não estamos falando de uma área qualquer: segundo a reportagem, a Maçã procura algo entre 18.000m² e 45.000m², mas pode aumentar esse limite para até 70.000m², o equivalente à área construída de um shopping center de médio porte e o suficiente para abrigar até 5.000 empregados — que devem consistir em novas contratações da Apple, segundo as fontes ouvidas pela reportagem.

Dentre as construções analisadas pela Apple como possíveis candidatas à empreitada, temos o 50 Hudson Yards, o One Madison Avenue e o James A. Farley Building, atualmente em obras de renovação.

Se ao menos um desses nomes soa familiar para você, é porque em janeiro passado já havíamos comentado a possibilidade da Maçã estabelecer um escritório em algum prédio do Hudson Yards, o novo bairro planejado de Nova York e o maior projeto de construção civil da história dos Estados Unidos — àquela época, entretanto, as ambições da Apple eram mais modestas, envolvendo um escritório de aproximadamente 6.000m².

A expansão da Maçã em Nova York não chega a ser uma surpresa: assim como suas principais concorrentes, a gigante de Cupertino está começando um movimento de espalhar suas atividades para além do Vale do Silício, estabelecendo grande presença em cidades importantes dos EUA. Isso traz muitas vantagens: além de permitir a contratação de talentos de outras áreas do país e desafogar a superlotação californiana, a movimentação leva a Apple para perto de institutos e universidades importantes, de onde saem vários avanços tecnológicos.

Vejamos no que isso tudo vai dar, portanto.

via Cult of Mac

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