Clientes da Apple terão ainda mais opções de assistências técnicas para reparo Essa é a segunda grande expansão dos serviços de reparo da Apple neste ano

A Apple acaba de divulgar um novo programa que oferecerá a seus clientes ainda mais opções para realizar os reparos mais comuns em iPhones fora da garantia.

Mais precisamente, a companhia está se abrindo para assistências técnicas terceirizadas nos Estados Unidos e garantindo que essas empresas (sejam elas grandes ou pequenas) possuam as mesmas peças e ferramentas originais que os Centros de Serviço Autorizados Apple (CSAAs) utilizam — incluindo equipamentos para “desbloquear” certas máquinas após algum tipo de reparo.

De acordo com a Maçã, não há nenhum custo para participar do seu programa de reparo independente; contudo, para se qualificarem, as empresas precisam ter, no mínimo, um técnico certificado pela Apple que possa executar os reparos — vale lembrar que o processo de certificação é simples e gratuito. As assistências técnicas qualificadas receberão, além de peças, treinamento e manuais de diagnóstico originais da companhia.

Segundo Jeff Williams, COO1 da Apple, a medida foi adotada para “melhor atender às necessidades dos clientes e facilitar que provedores de reparo independentes utilizem os mesmos recursos que a rede autorizada”:

Quando um reparo é necessário, o cliente deve ter a confiança de que o reparo é feito corretamente. Acreditamos que o conserto mais seguro e confiável é aquele realizado por um técnico treinado, usando peças genuínas que foram devidamente projetadas para aquela finalidade e rigorosamente testadas.

O novo programa é resultado de meses de testes com cerca de 20 empresas de reparo independentes na América do Norte, na Europa e na Ásia. Apesar disso, inicialmente apenas as empresas americanas poderão se inscrever no programa, com uma possível expansão para outros países ocorrendo em breve.

A novidade surge após a companhia anunciar, em junho passado, que a rede varejista Best Buy passaria a oferecer serviços de reparo para a maioria dos seus gadgets e mostra, ainda, que o movimento Direito ao Reparo (Right to Repair) não perdeu o fôlego no território americano.

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