A Apple concluiu a aquisição da Shazam há pouco mais de um ano, em um acordo milionário que definitivamente alterou os rumos do serviço de identificação de músicas. Porém, como as coisas mudaram para a Shazam? Uma nova reportagem da Billboard esclarece o que a empresa ganhou — e o que ela perdeu — após ter sido incorporada pela gigante de Cupertino, em 2017.

Com base nos resultados financeiros apresentados à agência de registro britânica Companies House, a Shazam afirma que registrou 478 milhões de usuários em 2018, acima dos 400 milhões em 2017.

Apesar disso, a receita do Shazam caiu de US$44,8 milhões em 2017 para US$34,5 milhões no ano passado — o que se deve, em parte, ao fato de que a Maçã removeu uma das principais fontes de renda do serviço (a publicidade) após adquirir a plataforma.

Em contrapartida, os lucros da empresa aumentaram — ou melhor, a Shazam teve lucros, já que em 2017 a empresa viu um rombo de US$19,4 milhões nos seus cofres. No ano passado, o caixa da empresa engordou US$158,4 milhões — no relatório enviado à Companies House, a Shazam celebra os valores trazidos pela Apple após a aquisição do serviço e diz que “se relaciona com a força de trabalho atribuída à plataforma”.

A Maçã, por sua vez, incorporou os recursos do Shazam em vários aspectos da sua plataforma. Em agosto passado, por exemplo, a empresa lançou uma nova playlist, chamada “Top 50 descobertas do Shazam”, no Apple Music. O serviço musical também implementou novidades da Shazam em sua plataforma para artistas e em outras funções no iOS e no HomePod.


Ícone do app Shazam

Shazam

de Shazam Entertainment Ltd.

Compatível com iPadsCompatível com iPhonesCompatível com Apple WatchesCompatível com o iMessage
Versão 13.5 (57.7 MB)
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Grátis

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