Nesta semana, informamos que as lojas da Apple poderiam reabrir gradualmente — a depender das condições de evolução do Coronavírus (COVID-19) em cada país — a partir deste mês. Agora, porém, uma nova reportagem da Bloomberg1 explica que esse não é o caso dos Estados Unidos.

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Em um memorando enviado ontem para seus funcionários, a vice-presidente sênior de varejo e pessoas da Apple, Deirdre O’Brien, disse que “todas as lojas permanecerão fechadas até o início de maio“. Com isso, os acordos de trabalho flexíveis da Apple “permanecerão em vigor para todos os escritórios e lojas” até lá.

O’Brien também explicou que a Apple “continua monitorando diariamente as condições locais de todas as suas instalações” e que as decisões de reabertura serão tomadas após “análises minuciosas e criteriosas, e as orientações mais recentes dos governos locais e especialistas de saúde pública”.

Ainda segundo ela, a Apple está “trabalhando em opções” para garantir que aqueles funcionários os quais tenham filhos possuam a flexibilidade de ajustar seus horários conforme necessário.

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Como divulgado há algumas semanas, o condado de Santa Clara (onde o Apple Park, Infinite Loop e muitos outros escritórios da Apple estão localizados) emitiu uma ordem para que as pessoas permaneçam em casa, a qual vigorará até o dia 3 de maio.

Ex-VP da Apple elogia abordagem da companhia

Em uma entrevista para o Yahoo, o ex-vice-presidente sênior de varejo da Apple, Ron Johnson, elogiou as medidas adotadas pela Maçã para prevenir a disseminação da COVID-19 tanto na China quanto no restante do mundo.

Ron Johnson

Ele destaca que a proatividade da Maçã em fechar todas as lojas chinesas logo no início do surto permitiu que, gradualmente, elas fossem reabertas ao longo do tempo.

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A Apple tem um benefício. Eles estão sempre proativos e pensando no futuro. […] Eles fizeram muitas coisas para garantir a segurança, se estava mudando quais programas são oferecidos na loja, quantos clientes podem entrar em uma loja por vez.

Johnson também prevê que as medidas de segurança atualmente implantadas na China servirão como modelo para os varejistas reabrirem nos EUA (e no mundo, basicamente) quando for a hora certa:

A Apple é profissional no fornecimento de serviços seguros, e eles têm o conhecimento do que aconteceu na China. Eu acho que em Cupertino eles estão começando a pensar: “Como vamos reabrir, quando reabriremos?” Mas eles só farão isso quando for seguro. Você sabe, eles têm o benefício de uma loja online muito forte; portanto, se um cliente precisar de um produto da Apple, ele poderá comprar online. Eles vão querer reabrir suas lojas, mas não vão se apressar.

De fato, o foco deste momento é pensar na segurança e na saúde das pessoas — exatamente o que a Apple está fazendo, com primazia.

via 9to5Mac

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