Lojas da Apple na Áustria e na Austrália reabrirão em 1-2 semanas; CDC aprova API contra o Coronavírus

Apple Kärntner Straße

Estamos em maio e ainda não há sinal de que as coisas estejam melhorando em relação ao surto do novo Coronavírus (COVID-19) no Brasil. Em outros países, contudo, o cenário está mais controlado, permitindo que a Apple já trace planos de reabertura para as suas lojas.

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Em uma entrevista para a Bloomberg1, Tim Cook disse que as Apple Stores na Áustria (o país tem apenas uma) e na Austrália (são 20, no total) deverão ser reabertas dentro de 1-2 semanas. Além delas, o CEO da Apple comentou ainda que algumas unidades de varejo da empresa também poderão ser reabertas nos Estados Unidos na primeira metade de maio.

Segundo Cook, a Apple “analisará os dados e tomará uma decisão cidade por cidade, município por município, dependendo das circunstâncias naquele local em particular”. Ainda assim, a ideia da empresa é que boa parte das lojas ao redor do mundo sejam reabertas em algum momento deste mês.

O chefão da Maçã também disse que o Apple Park (principal sede da empresa em Cupertino, na Califórnia, que está fechado) não deverá reabrir pelo menos até o começo de junho; quando reabrir, isso acontecerá de forma escalonada, com verificações de temperatura, distanciamento social e uso de máscaras — a empresa também está avaliando a possibilidade de realizar testes nos funcionários.

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CDC aprova API da Apple e do Google

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (Center for Disease Control and Prevention, ou CDC) compartilhou recentemente um novo documento, o qual abrange alguns dos critérios mínimos/preferíveis para aplicativos de rastreamento de pessoas infectadas pelo novo Coronavírus.

Logos da Apple e do Google

A API2 de notificação de exposição criada pela Apple e pelo Google, segundo o documento, está bastante alinhada com os critérios preferíveis (em áreas como privacidade, notificação de contato, interoperabilidade e outras), como noticiou a CNBC.

De forma resumida, soluções conhecidas como sistemas centralizados são consideradas aceitáveis pelo CDC, enquanto que as descentralizados (como a da Apple e do Google) são preferíveis. O documento é importante pois é utilizado por autoridades locais de saúde para se orientar na implementação de um sistema do gênero — ou na escolha de uma solução como a criada pelas gigantes de tecnologia.

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Enquanto isso, na França…

Por lá, o governo insiste na ideia de criar o seu próprio sistema de rastreamento/monitoramento da doença; contudo, paralelamente também conversa com a Apple, pedindo para que a empresa afrouxe alguns recursos de segurança/privacidade para que o governo tenha um melhor acesso ao sistema, como informou a Reuters.

Stephane Richard, CEO da Orange
Stephane Richard, CEO da Orange

Vale notar que a Maçã já havia se recusado a tomar tal atitude mas, agora, Stephane Richard (CEO da Orange, uma das principais empresas de telecomunicação do país) insiste que as negociações ainda estão abertas. Além disso, ele negou que a Alemanha tenha decidido adotar o sistema da Apple e do Google — segundo Richard, o país está trabalhando com as duas possibilidades (criar o seu próprio app/sistema ou usar a solução das gigantes).

Apple COVID-19

Por fim, o aplicativo criado pela Apple com informações sobre a doença foi atualizado.

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Desculpe, app não encontrado.

Ele agora conta com suporte a idiomas adicionais e veio com melhorias incluindo sintomas atualizados, ações recomendadas para alinhar-se às diretrizes mais recentes do CDC e dicas de como usar uma máscara de pano para se proteger.

via 9to5Mac, AppleInsider

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