Patente da Apple imagina como o iPhone poderia substituir seu passaporte, RG, habilitação e mais Matando a carteira, um elemento por vez

CRLV Digital

Em termos de documentos digitais, o Brasil até que está bem avançado: nós já temos aplicativos oficiais para a habilitação/documento do carro, o título de eleitor e a carteira de trabalho, todos com valor legal.

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Outros países ainda engatinham nesse sentido, mas a Apple parece estar querendo dar um passo importante — não só para colocar os documentos dos usuários no iPhone, mas para transformar o iPhone nesses documentos.

A ideia está registrada em uma série de patentes registradas recentemente no Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos, descritas como um meio para “oferecer provas verificadas de identidade do usuário”.

Em outras palavras, a Apple imagina um mundo onde seus dispositivos móveis seriam dotados de tecnologias para que, nativamente, pudessem ser aceitos como formas de identificação legal — efetivamente substituindo carteiras de identidade, passaportes, habilitações e outros documentos pessoais.

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A rigor, a Maçã não cita o iPhone (ou nenhum dos seus produtos) nas patentes: as descrições mencionam dispositivos móveis genéricos que poderiam transmitir informações para terminais, comprovando a identidade do usuário por meio de sistemas biométricos. Em outras palavras, você poderia usar o seu iPhone (ou Apple Watch) num guichê de imigração de um aeroporto, por exemplo — bastaria autenticar o smartphone via Face/Touch ID e aproximá-lo do terminal do agente, quase como um “Apple Pay de documentos”.

Como estamos falando da Apple, naturalmente as patentes descrevem formas de proteger a identidade do usuário, transmitindo somente as informações essenciais para aquele protocolo em questão (então seus dados de motorista não seriam transmitidos num guichê de imigração, por exemplo).

Obviamente, tudo aqui ainda está somente no mundo das ideias: a Apple (assim como toda empresa tecnológica) registra milhares de patentes todos os anos, e nem todas elas transformam-se em produtos ou recursos reais. Ainda assim, a ideia faz muito sentido — especialmente considerando os esforços da Maçã para substituir sua carteira pelo iPhone, seja com seus cartões de crédito ou com as chaves do seu carro. Os documentos seriam, portanto, uma extensão natural desse processo.

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Seria ótimo, não?

via AppleInsider

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