Embora diversas regiões do planeta estejam absortas na pandemia do novo Coronavírus (COVID-19), a Apple continua tocando suas atividades com o maior cuidado e responsabilidade possível. Nesse sentido, a enquanto fecha lojas em algumas localidades, e empresa por outro lado também inaugura novos espaços — e a próxima abertura ocorrerá no sábado (25/7) em Bangkok, capital tailandesa.

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A Apple Central World fica em frente ao shopping homônimo (o maior da Tailândia) e se juntará à Apple Iconsiam, inaugurada em novembro de 2018. A Apple não forneceu detalhes sobre a inauguração, mas informações como a data de abertura foram compartilhadas por um usuário do Twitter.

Ao vivo da CTW.

Durante a construção, uma parede temporária manteve a nova loja oculta e, ainda que ela continue envolta em uma cobertura preta temporária, o design cilíndrico de vidro e o teto plano e circular são visíveis.

Em março passado, os planos arquitetônicos da estrutura vazaram, mostrando que a loja possuirá mesas de exibição dispostas em forma de anel ao redor da loja, com prateleiras para exibir produtos ao longo das paredes. O centro da loja possui uma escada em caracol até o segundo andar, onde há o Forum e uma Video Wall para as sessões do Today at Apple.

Na página da loja, é possível conferir um novo vídeo de divulgação e baixar os wallpapers inspirados no tema da inauguração para iPhones, iPads e Macs.

API de alerta de exposição

Enquanto isso, a API1 de alerta de exposição desenvolvida pela Apple em parceria com o Google está dando pano pra manga.

Na Austrália

O governo australiano está acusando a Apple e o Google de não desenvolver corretamente os recursos da API de alerta de exposição, os quais foram implantados no COVIDSafe, app distribuído no país para o combate à pandemia. As informações são do 9News.

De acordo com diversas reclamações de usuários, o app tenta se conectar aos servidores sempre que troca informações com dispositivos de outros usuários, de maneira constante. De acordo com um relato, o bug persiste há pelo menos 16 dias.

Quando os dispositivos saírem do alcance ou mudarem de identificador, essas conexões permanecerão pendentes indefinidamente.

Embora o governo australiano continue culpando a falta de cooperação da Apple e do Google; os desenvolvedores que estiveram depurando o app afirmam que isso não é verdade, e que o problema não está na ponta das gigantes de tecnologia.

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Se o governo está afirmando que os problemas são culpa da Apple, isso simplesmente não faz sentido quando sabemos que existem explicações de que não são eles.

Nenhuma das empresas respondeu às alegações do governo australiano, por ora.

Nos Estados Unidos

Em uma nova publicação do Lawfare, analistas examinaram o avanço das tecnologias de alerta de exposição (incluindo a da Apple/Google) nos EUA desde o começo da pandemia e viram um cenário não tão animador: atualmente, apenas quatro estados americanos (Oklahoma, Alabama, Carolina do Sul e Virgínia) planejam oferecem um app que usa a API das gigante de tecnologia — mas nenhum efetivamente já a disponibiliza.

Estados americanos que planejam usar a API da Apple e do Google
Estados americanos que planejam usar a API da Apple e do Google

Em alguns casos, os governo locais decidiram lançar apps baseados em GPS que suscitam preocupações quanto à privacidade de usuários, ao passo que a maioria dos estados não planeja oferecer nenhuma solução.

No Brasil, o cenário é semelhante: temos o app Coronavírus — SUS, o qual não utiliza nenhuma tecnologia de alerta de exposição — e nem mesmo pretende.

Estratégia de fechamento de lojas da Apple

Numa nota relacionada, o WSJ analisou as estratégias e os critérios da Apple para decidir quando e onde fechar as lojas.

Segundo o analista Gene Munster, a quantidade de dinheiro que a empresa tem em caixa e sua forte presença online fazem com que a Apple possa ser mais agressiva na sua estratégia de fechamento de lojas em relação a outras. Desta forma, acompanhar esses fechamentos nos dá uma visão do que está acontecendo em várias áreas não só dos EUA, mas do mundo, e possíveis tendências futuras.

Lembrando que a Apple usa informações como números de casos, taxas de positividade, ocupação de hospitais, UTIs e uso de ventiladores, número de testes assintomáticos e outros fatores para tomar decisões — ela usa dados públicos, mas caso eles não estejam disponíveis, entra em contato com os departamentos de saúde pública de cada país para solicitá-los.

via MacRumors [1, 2], ZDNet, 9to5Mac

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