E a novela continua, hoje com um capítulo bom.

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Quando o iOS 14 foi lançado, já sabíamos que o Google estava trabalhando num update para o app do YouTube que habilitaria suporte ao Picture-in-Picture (PiP) para assinantes do YouTube Premium.

Até aí, beleza. Quem não se importasse, poderia ainda usufruir do benefício abrindo vídeos pela versão mobile do YouTube no Safari.

Pois bem, não demorou e o Google bloqueou isso. Por um tempo, ainda foi possível ver vídeos em PiP acessando a versão desktop do YouTube pelo Safari, mas depois o Google bloqueou isso também. Aí, nós demos dicas de Atalhos que faziam isso, e uma das “gambiarras” também parou de funcionar em pouco tempo.

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Agora, a reviravolta: de ontem para hoje, o Google reabilitou o PiP na versão mobile do YouTube. Ou seja, quem abrir agora qualquer vídeo no Safari do iOS 14 pode colocá-lo em tela cheia, depois voltar à tela de início e o vídeo funcionará em PiP sem problemas.

Ficam algumas dúvidas/possibilidades:

  1. O fato de o recurso ter voltado a funcionar agora é um bug e ele parará de novo de funcionar a qualquer momento (ao menos para quem não é assinante do YouTube Premium, claro).
  2. O Google percebeu que era besteira bloquear o PiP para não-assinantes (até pela repercussão que o bloqueio teve) e voltou atrás em sua decisão.
  3. A Apple não gostou nem um pouco do que o Google fez o obrigou a parar de bloquear o PiP no site mobile do YouTube.

Se fosse para eu apostar, eu diria ser uma combinação dos pontos 2 e 3. A gente inclusive discutiu bastante isso no podcast da semana passada e também na edição que será publicada hoje até o final do dia; ora, se for possível continuar veiculando as propagandas do YouTube via PiP, não faz sentido nenhum o Google bloquear esse recurso.

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Mas o ponto 3 também pesa bastante, porque eu sinceramente não sei se o que o Google fez para bloquear o PiP no site mobile foi algo que a Apple realmente permitiria via código ou se eles inventaram alguma artimanha do lado deles para impedir que a coisa funcione a contento. Uma coisa é eles não incorporarem/permitirem isso no app oficial deles (eles têm todo o direito de fazer isso), outra é burlar um recurso do Safari.

De um jeito ou de outro, a torcida maior é que o caso aqui não seja o do ponto 1.


Ícone do app YouTube

YouTube

de Google LLC

Compatível com iPadsCompatível com iPhonesCompatível com o iMessageCompatível com Apple TV
Versão 15.42.2 (247.5 MB)
Requer o iOS 11.0 ou superior

via MacRumors

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